terça-feira, 7 de junho de 2011

MUNDO: bactéria E. coli causa 23 mortes e vira epidemia em vários países da Europa

vira epidemia em vários países da Europa
vira epidemia em vários países da Europa
ALEMANHA É O PAÍS MAIS AFETADO COM 21 MORTES E 1.536 CASOS DA DOENÇA. CIENTISTAS AINDA NÃO SABEM ORIGEM DO MICRÓBIO

Saúde

Acontaminação pela bactéria intestinal conhecida como E. coli (Escherichia coli) já virou epidemia na Europa. Até esta segunda-feira (6) a bactéria já tinha causado a morte de 23 pessoas e outras 1.733 foram contaminadas em vários países da Europa e nos Estados Unidos. A nação mais atingida é a Alemanha com 21 mortes de 1.536 casos da doença.

A situação preocupa porque os cientistas ainda não conseguiram descobrir a origem do micróbio. Vários testes foram realizados em vegetais - apontados como a causa do surto - em em brotos de feijão, mas os exames deram resultado negativo.

A preocupação é grande porque, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a bactéria E. coli pode ser transmitida de pessoa para pessoa através dos sedimentos e por via oral. Por conta disso, a entidade orienta a população a redobrar os cuidados com higiene, como lavar bem as mãos após ir ao banheiro e antes de tocar nos alimentos.

Por enquanto, os casos de contaminação pela E. coli estão restritos à Europa. Não há casos registrados no Brasil, mas as autoridades de saúde não descartam o risco de importação do patógeno através dos viajantes que estiveram nos países onde há surto da doença.

O Ministério da Saúde recomenda que pessoas em viagem internacional, principalmente aos países da Europa e aos Estados Unidos, não devem comer alimentos crus, sobretudo vegetais e produtos de origem animal.

A bactéria E. coli costuma habitar as entranhas de gado e ovelhas e, em geral, é inofensiva à saúde. Mas a variedade que está atacando a Europa, a EHEC, causa diarreia, cólicas estomacais severas e febre. Ela se prende às paredes do intestino, onde libera toxinas.

A maioria das vítimas se recupera após alguns dias de tratamento, mas um pequeno número de pacientes desenvolve uma síndrome potencialmente fatal, que ataca os sistemas renal e nervoso. Cientistas afirmaram que a nova variante da E.coli é um híbrido agressivo, tóxico para humanos e que não estava ligado anteriormente a intoxicações alimentares

terça-feira, 19 de abril de 2011

Robôs detectam alto nível de radiação em dois reatores de Fukushima



Artefatos americanos inspecionaram prédios abalados pelo tsunami.

Ambiente nos reatores 1 e 3 ainda é nocivo para trabalhadores.

Do G1, com agências internacionais
imprimirA operadora da usina nuclear de Fukushima Daiichi, danificada pelo terremoto e tsunami de 11 de março, mandou robôs para o interior dos prédios afetados e eles mostraram que o ambiente ainda é nocivo para que trabalhadores entrem neles.Foi a primeira vez, mais de um mês após a catástrofe, que robôs foram mandados ao local. Leituras feitas nesta segunda-feira (18) mostraram que o nível radioativo ainda é alto.Os dados dos reatores 1 e 3, coletados pelos robôs americanos, não alteral os planos da Tepco, de estabilizar o complexo até o final do ano, seguindo um plano divulgado na véspera.

Imagem divulgada pela Tepco mostra o PakBot trabalhando no interior do reator 2 da usina danificada (Foto: AP)Imagem divulgada pela Tepco mostra o PakBot trabalhando no interior do reator 2 da usina danificada (Foto: AP)
Os robôs usados são feitos na iRobot Corp, empresa de Bedford, Massachusetts. Chamados PackBot, medem os níveis de radiação, as temperaturas e outros dados no interior dos reatores. Uma versão deles foi usada em operações que se seguiram ao 11 de Setembro, em 2001, nos EUA.
A Tepco disse que só usou os robôs agora porque levou algumas semanas para que as equipes aprendessem a operá-los.
Efeitos da radiação nuclear sobre a saúde humana (Foto: Arte/G1)
VALE ESTE MAGNITUDE REVISADO - Entenda o terremoto no Japão (Foto: Arte/G1)

Cultivo de cana-de-açúcar diminui as temperaturas locais

Plantação reflete mais a luz do sol e 'exala' água mais fria.

Dados para pesquisa norte-americana foram coletados no cerrado brasileiro.

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo
Produção de cana-de-açúcar (Foto: Reprodução / TV Globo)Produção de cana-de-açúcar (Foto: Reprodução /
TV Globo)
Uma pesquisa publicada pela “Nature Climate Change” mostra como a cana-de-açúcar atua na redução das temperaturas no âmbito local. Comparada com outras culturas, ela reflete mais a luz do sol e a água que ela “exala” é mais fria.
Segundo a avaliação dos cientistas, quando a vegetação original foi substituída por plantações e pastagens, a temperatura subiu em média 1,55 °C. Contudo, quando estes foram substituídos pela cana-de-açúcar, a temperatura caiu em 0,93°C, em média. As medições foram feitas na Região Centro-Oeste do Brasil, onde a vegetação nativa predominante é o cerrado.
“O ponto-chave da pesquisa é que, até hoje, na maioria das vezes em que pensamos nos impactos da mudança climática feita pelo homem, falamos em emissão de carbono, mas há também o impacto direto, que é muito local”, explicou ao G1 o autor Scott Loarie, do Instituto Carnegie, dos EUA. Apesar de os dados terem sido coletados no Brasil, nenhum cientista brasileiro está entre os responsáveis pelo estudo.
Dentre os efeitos locais, o que mais influencia é o que os cientistas chamam de albedo, que é, grosso modo, a maneira como a luz do sul é refletida.
“Se você cortar todos as árvores da zona boreal – Canadá e Sibéria –, você emite uma grande quantidade de carbono e espera aquecer a Terra. Mas, ao mesmo tempo, as árvores são muito escuras e absorvem muita luz do sol, e isso se tornaria um campo nevado que refletiria a luz. O albedo é mais forte, então você estaria, na verdade, resfriando a Terra”, exemplificou o cientista.
Para Loarie, as discussões sobre mudanças climáticas deveriam levar mais em conta os aspectos globais. “Eu acho que há um argumento forte de que muitas pessoas estão mais preocupadas com como será o clima onde elas moram que com a temperatura média global, que é um conceito abstrato”, argumentou.

Voltamos

Pessoal que segue o blog ECOBIOLOGOS , Desculpem a ausência mas houve motivos que impediram meu acesso , voltei e agora para ficar como diria a musica , espero que continue contribuindo e tendo a boa margem de acessos dos seguidores , Abraços

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Qual a diferença entre filtro e bloqueador solar?


A coluna No laboratório do Sr. Q responde!
Por: Joab Trajano Silva, Instituto de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro

(Ilustração: Cruz)
O Brasil é um dos países mais ensolarados do mundo. Não é à toa: a localização da maior parte do seu território entre o Trópico de Capricórnio e o Equador favorece isso. A nós, que vivemos aqui, cabe, então, aproveitar todo o brilho do astro-rei, mas com cuidado!

Afinal, quem nunca ouviu falar que se deve evitar tomar sol entre as dez horas da manhã e as quatro da tarde? Essa recomendação é dada porque, nesse horário, é maior a quantidade de radiação ultravioleta que chega à Terra. Talvez você não saiba, mas a radiação ultravioleta é emitida pelo Sol e pode causar prejuízos à nossa saúde.

Dos três tipos diferentes de radiação ultravioleta que há, apenas um não é motivo de preocupação: a radiação UVC, a mais prejudicial, que é bloqueada pela camada de ozônio do nosso planeta. Já as radiações UVA e UVB exigem cuidados, embora tenham seu lado positivo.
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A radiação UVA é quem faz com que o pigmento conhecido como melanina se combine com o oxigênio, produzindo o bronzeado, algo de que muita gente gosta. Já a UVB é quem estimula a produção de melanina e de vitamina D pelo organismo, fatores positivos. Porém, ambas causam o envelhecimento precoce da pele e câncer nesse órgão (sim, a pele é um órgão!).  E a UVB ainda induz o aparecimento de pintas escuras e queimaduras nessa parte do nosso corpo.

Por isso, é recomendável o uso de um protetor solar quando a pessoa for se expor ao Sol. Pode ser um filtro ou um bloqueador solar. Mas você sabe qual a diferença entre esses produtos?

Dupla dinâmicaTanto os filtros quanto os bloqueadores solares têm a mesma função: evitar que a radiação ultravioleta penetre na pele e cause danos à saúde. No entanto, a sua composição química e a sua forma de funcionamento são bastante diferentes.
Curiosidade!O dióxido de titânio, usado para fazer bloqueadores solares, é também o responsável pela cor branca de fogões, geladeiras, micro-ondas etc. Este composto está presente ainda nos corretores líquidos do tipo liquid paper.
Os bloqueadores solares refletem a radiação UV e, em geral, apresentam em sua composição óxido de zinco ou dióxido de titânio, eficientes em proteger da radiação UVA e da UVB.
O bloqueador solar, porém, tem duas desvantagens: é opaco, ou seja, não fica transparente ao ser passado na pele, uma característica que muitas pessoas não apreciam. Além disso, bloqueia os poros da pele, o que favorece, por exemplo, o surgimento de espinhas.

Já os filtros solares possuem em sua composição compostos que absorvem a radiação UVA ou UVB e a transformam em luz visível, inofensiva para a pele. Os primeiros filtros solares possuíam capacidade de proteção apenas contra a radiação UVA, mas os produtos mais modernos protegem tanto contra a radiação UVA quanto contra a radiação UVB.
Estou ardendo 2
Independentemente de ser um bloqueador ou filtro solar, a capacidade de proteção destes produtos é expressa pelo seu Fator de Proteção Solar (FPS), que mede a proteção contra um dos efeitos nocivos da radiação UVB - a queimadura na pele - em uma escala de 2 a 70. Este índice, determinado sob condições controladas em laboratório, representa quantas vezes mais tempo um grupo de pessoas usando protetor solar pode ficar exposta ao Sol antes de a pele ficar vermelha, em comparação com alguém que não usou o produto. Isto quer dizer que, se a pele desprotegida de uma pessoa começa a ficar vermelha após 10 minutos de exposição ao Sol, com o uso de um protetor com FPS 15 o efeito só será observado após 150 minutos. Assim, quanto maior o FPS de um produto, maior a proteção que ele confere.

Mas esse cálculo nem sempre é exato. Isso porque as pessoas, em geral, usam metade da quantidade de protetor solar utilizada em laboratório, o que pode resultar em uma queimadura na metade do tempo. Para evitar danos à sua pele, consulte um dermatologista. Ele indicará o FPS mais adequado à sua tonalidade de pele e o orientará sobre a forma adequada de usar o produto.
Novos produtos à vistaCom a ajuda de um novo ramo da química – a nanotecnologia, que trabalha com estruturas um bilhão de vezes menores do que um grão de arroz – estão sendo desenvolvidos bloqueadores solares diferentes. Esses produtos contêm nanopartículas de dióxido de titânio: isto é, partículas muito, mas muito pequenas. Elas permitiram que esses protetores solares ficassem transparentes na pele, mas mantivessem a capacidade de bloquear os raios UV.

Zoológico de Sorocaba tem dupla de filhotes de arara-azul

Nascimento dessa espécie nunca havia ocorrido no parque.

Animal nativo do Brasil é considerado ameaçado de extinção.

Do Globo Natureza, em São Paulo
O Parque Zoológico Municipal  de Sorocaba (SP)  tem dois filhotes de arara-azul em exposição para os visitantes. Os pássaros têm três meses e nasceram num ninho colocado dentro do recinto de exposição do zoológico.
É a primeira vez que esse parque registra nascimento de aves dessa espécie, considerada ameaçada de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
Um dos filhotes de arara-azul brinca com bióloga do parque zoológico. (Foto: Divulgação/ Paulo Ochandio - Secom)Um dos filhotes de arara-azul brinca com bióloga do parque zoológico. (Foto: Divulgação/ Paulo Ochandio - Secom)
Até o primeiro mês de vida, os filhotes ficaram  com os pais, quando houve a necessidade de revezamento: a cada semana, um dos filhotes era separado e criado artificialmente pelos biólogos e tratadores para equilibrar diferenças de desenvolvimento, de modo a garantir a sobrevivência de ambos.
Por causa do tamanho e da plumagem, as araras-azuis estão entre as aves brasileiras mais disputadas pelo tráfico de animais silvestres. A espécie se concentra em várias regiões de florestas, principalmente no Pantanal e no cerrado. Há também registros nos estados do Pará, Piauí e Tocantins.
Filhote nascido no zoo de Sorocaba. (Foto: Divulgação/ Paulo Ochandio - Secom)Filhote nascido no zoo de Sorocaba. (Foto: Divulgação/ Paulo Ochandio - Secom)

Turistas encontram 107 baleias-piloto encalhadas na Nova Zelândia

Animais estavam em praia da ilha de Stewart, no sul do país.

Autoridades sacrificaram as últimas baleias vivas.

Do G1, com informações de agências*
zelandia (Foto: Reuters)Imagem mostra o grupo de 107 baleias-piloto encontradas por dois turistas em uma praia da ilha de Stewart, no sul da Nova Zelândia. Segundo o Departamento de Conservação, 48 ainda estavam vivas quando foram encontradas, mas tiveram de ser sacrificadas. (Foto: Reuters)

107 baleias encalham e morrem na Nova Zelândia (Foto: Reuters)"Compreendemos rapidamente que seriam necessárias 10 a 12 horas antes de podermos iniciar as tentativas de levá-las ao mar, mas com o sol e o calor muitas morreram antes", afirmou uma fonte do Ministério de Proteção ao Meio Ambiente. (Foto: Reuters)
*Com informações da Reuters e da AFP